Conheça as Bandas que Estarão no Dia D Hardcore

Festival Dia D Hardcore

em 19/06/2004 por Guilherme Moura

Conheça um pouco mais sobre as 6 bandas que estarão tocando hoje na primeira edição do Festival Dia D Hardcore. Saca aí:

AllFace - Foto divulgação

ALLFACE (Natal/RN)

O Allface foi formado em dezembro de 2002 com a proposta de fazer um som direto e básico com bastante melodia, tendo como inspiração bandas diferentes como Nofx, Weezer, Los Hermanos, The Ataris, entre outras. (fonte: release da banda)

SITE: http://www.dosol.com.br/allface

CONTATO: risuenho@digi.com.br

MP3: Sempre Vou Estar Por Perto, Ícaro e Espinafre

Último Show em Recife: Hardcore Party – 29/05/2004 – Dokas

Os Cachorros

OS CACHORROS – Olinda/PE

Banda formada em meados de 1992, com o intuito de dar um basta na sobrecarga do sistema. Nesta época Olinda vivia um momento de explosão musical caracterizado pelo ‘faça você mesmo’. (fonte: release da banda)

SITE: Os Cachorros no RecifeRock

CONTATO: olindatattoo@hotmail.com

MP3: Pedofilia

Último Show em Recife: 3º Campeonato de Arroto – 11/06/2004 – Dokas

Democratas

DEMOCRATAS – Recife/PE

Democratas é uma banda influenciada por bandas de Hardcore (em sua maioria dos anos 80) e prega pela igualdade principalmente entre regiões. (fonte: release da banda)

SITE: Democratas no RecifeRock

CONTATO: demohc@bol.com.br

Último Show em Recife: 3º Campeonato de Arroto – 11/06/2004 – Dokas

Dead Nomads

DEAD NOMADS – João Pessoa/PB

A banda reflete sua música, em cima das vertentes dos estilos Punk Rock, Surf Music e Hardcore seguindo uma linha “melódica” influenciada por décadas do final dos anos 70 até inicio dos anos 90´

SITE: http://www.deadnomads.com.br

CONTATO: n/d

Último Show em Recife: putz.. faz tempo

Switch Stance - Divulgação

SWITCH STANCE – Fortaleza/CE

Switch Stance é uma banda que teve seu início em 1995 e tem sinônimo de puro hardcore melódico. Esse nome tem tudo a ver, pois a banda é oriunda de skatistas, e de uns rolés e outros pelas ruas de Fortaleza, se reuniam para tirar um som. Como era uma novidade entre manobras (onde faziam de base trocada), Switch Stance se transformou numa febre na época. Influências? Bem, são muitas, mas aí vão algumas delas: Dead Fish, Pennywise, Nofx, Garage Fuzz, Bodyjar, dentre outras.

fonte: release da banda

SITE: > http://www.switchstance.com.br

CONTATO: contato@switchstance.com.br

Último Show em Recife: Abril Pro Rock 2004

Dead Fish - Divulgação

DEAD FISH – Vitória/ES

“Hoje é o dia da revolução, não há ninguém nas ruas.” Leonardo Panço / DeckDisc – Março de 2004

São com essas frases firmes e convictas que começa o novo álbum do Dead Fish, Zero e Um. Pode até ser que as ruas estejam vazias, mas há 13 anos que os shows dos capixabas estão várias coisas, menos vazios. O Dead Fish – leia-se Rodrigo (voz), Nô (bateria), Alyand (baixo), Hóspede e Philippe (guitarras, e que guitarras) – mostra em Zero e Um para o Brasil inteiro o que vários milhares de fiéis seguidores dos tempos do underground já sabem há muitos carnavais: que no punk-rock melódico, no hardcore, no rock, nas letras inteligentes, não tem pra ninguém.

Indo ao show da banda, você pode ver o cantor fazendo o “moon walk” de Michael Jackson ou cantando um trechinho de alguma música do Tim Maia. O quase intocável mundo fechado do punk rock se rendeu às boas idéias. Afinal, para que limites bobos e enclausuradores? A música não foi feita para isso.

A transição feita da autoprodução dos últimos CDs, lançados pela própria gravadora da banda, para esse novo disco fez muito bem ao som dos peixes. A qualidade dos arranjos, principalmente das duas guitarras, ficou muito mais inteligível, ouve-se tudo nos seus mínimos detalhes. Mesmo quando a banda desce o braço sem dó nem piedade, como em “Senhor, Seu Troco” e “Desencontros”, hardcores sem firulas, com menos de um minuto. O velho recado dado da maneira mais direta possível. Certamente, contribuiu para a clareza e o peso do som a mixagem feita pelo mago Ryan Greene (NoFX, Sick of it All), no Motor Studio em San Francisco, Califórnia, sob direção do produtor Rafael Ramos.

Quem ouviu o CD ao vivo lançado em 2003 e conseguia sentir a emoção da platéia tão palpável que quase podia ser cortada com uma faca, vai definitivamente sentir o mesmo ao ouvir “A Urgência”, parceria da banda com Bil (cantor e baterista do Noção de Nada), “Queda Livre”, “Tão Iguais”, “Bem-Vindo ao Clube”, “Re-Aprender a Andar”, “Engarrafamento”. Convicção hoje, dúvidas amanhã. Várias letras podem ser vistas dessa maneira. Leia “Você” e descubra uma maneira muito peculiar de falar sobre a ganância, sobre o dinheiro. As interpretações vão se alternando entre a certeza e aquele olho em direção ao teto com as sobrancelhas em riste.

Já que não há limites, é possível imaginar as pessoas dançando de todas as maneiras em “Sonhos Colonizados”, como no meio de uma roda de pogo, ou de olhos fechados, cantando o refrão de “Por Não Ter o que Dizer”. São as melodias dobradas da voz (com ajuda de Alyand e Philippe) ou as guitarras oitavadas que tornam isso possível? Se um dos versos desse disco diz que “há urgência em estar vivo”, entenda como queira, mas o que mais pode ser dito?

SITE: > http://www.deadfish.com.br

CONTATO: tibiu@greco.com.br

Último Show em Recife: Abril Pro Rock 2003

Serviço:

Festival Dia D Hardcore

Sábado (19/06/2004) 19h

Local: Quadra do Clube Internacional

Preço: R$ 8,00 – Info: n/d

Dead Fish (ES), Switch Stance (CE), Dead Nomads (PB), Democratas, Os Cachorros e Allface (RN)

E a cobertura completa… só aqui no RecifeRock!

——–

Posted sábado, junho 19th, 2004 under Notícias.

Comments are closed.