COBERTURA: Festival Virtuemusica

“Recife não é uma cidade roqueira”. A frase, de Bruno Souto, da Volver, coube como uma luva ontem, durante a primeira edição do festival Virtuemusica. Fresno, Autoramas e Ludov não levaram sequer mil pessoas (longe disso) ao pátio externo do Armazém 14. Resultado: um vazio imenso, algumas bandas que ainda não tinham maturidade o suficiente para subir num palco, atraso de duas horas no início dos shows e uma total falta de respeito da produção com as bandas Martinez (PE), Fóssil e Mormaço (PE). As duas primeiras não tocaram porque simplesmente não houve tempo para que elas entrassem em cena e mostrassem seu som. A Mormaço, a mais interessante entre as bandas pernambucanas, acabou tocando depois das quatro da manhã, para familiares, amigos e alguns abnegados (como nós) que toparam a aventura de vê-los em tal horário.
A produção não quis definir a ordem de entrada das bandas, para prender o público desde o início. Ou seja, ninguém, nem as próprias bandas, sabia ao certo em que horário tocaria, o que acabou gerando o caos. Coisa de produção inexperiente mesmo.

Quem não foi deixou de presenciar o surgimento de dois promissores nomes da música pernambucana: o inteligentíssimo Tacabos de Guevara e o competente Mormaço. Perdeu de ver a histeria feminina provocada pelo Fresno, o bom show do Ludov e a tristeza que foi presenciar a melhor banda do Brasil hoje, os Autoramas, tocar para tão pouca gente.

Do começo: com o atraso da programação, acabamos também nos perdendo e nos dispersando para fazer hora até os shows começarem. Acabamos perdendo a apresentação da cearense Encarne.

Na seqüência (os palcos eram ladeados, o que acabava dando uma “agilidade” maior entre o shows) entrou a primeira banda pernambucana da noite, a Enffase. Transbordando nervosismo, insegurança e imaturidade, a banda despejou seu “hardcore” mais do que verde, com destaque para a “impagável” (no pior sentido da palavra) “A Roda Vai Rodar”. Ficou nítida a impressão de que ainda precisam de muito feijão com arroz para encarar um palco.

Depois veio o pastiche do Rondó, que de início parecia um subproduto (já?) do Mombojó. Depois não tiveram a menor vergonha na cara em mandar um cover de “Mania de Você”, de Rita Lee, e ficou no ar a sensação de uma banda que faria fácil parte da programação da Nova Brasil FM. Constrangedor.

O nível começou a melhorar de fato com o Bon Vivant, que mostrou um pop competente e maduro, ainda que a coisa mais memorável de seu show tenha sido a cover de “Last Nite”, dos Strokes. Mas mostrou ser uma boa banda com um belo potencial a ser explorado.

Quem também esbanjou competência foi a Porão GB, em show corretíssimo. Conseguiram driblar os problemas de som (que foram muitos), mostraram uma experiência fora do comum para gente da idade deles, e teve o público (que era literalmente deles) nas mãos o tempo inteiro. Não gosto do estilo, mas sei reconhecer um bom show quando vejo.

Depois foi a vez da melhor surpresa da noite, a Tabacos de Guevara. Com nome que remete ao hardcore podreira, a banda faz um som bem mais elaborado do que isso e com letras espertíssimas, como “O meu amigo invisível não gosta de mim”. Não é todo dia que aparece uma banda que se diz influenciada pelo clássico “Elogio da Loucura”, de Erasmo de Rotterdan (aleluia! roqueiros também apreciam boa leitura) e tem peito de dizer que se inspiram nas construções literárias de Chico Buarque. O resultado são coisas inclassificáveis e muito boas, como “Banda de Marcha de Manhattan”, de um humor sofisticadíssimo. Olho neles!

A carioca Ramirez fez um show onde imperou o profissionalismo, e foi a primeira a deixar a entender que as coisas mudaram bastante de uns anos pra cá. Anunciaram uma cover que, segundo eles, era de uma banda “óbvia e impossível de fugir”. Pensei na hora: “lá vem Ramones”. Mandaram então, para minha surpresa, um Green Day que foi tão aceito (ou mais) do que a banda de Joey Ramone. Os tempos e os valores, definitivamente, são outros.

A potiguar The Sinks fez um dos melhores shows da noite. Power trio invocado que sabe dosar camadas de sujeira com momentos mais suaves, a banda soube usar muito bem o palco, mostrou que seus integrantes têm experiência de sobra e abusou do velho rock de garagem gritado a plenos pulmões. E aí sim, finalmente, veio Ramones para estabelecer a ordem natural das coisas. Showzaço.

O Ludov tratou de fazer um pacto de comunhão e de catarse com seus fãs, gerando uma das apresentações mais bonitas da noite, embora a banda tenha errado bastante no palco. Nada que os fãs não perdoassem ou simplesmente deixassem passar batido. Depois do Fresno, foi a banda mais assediada da noite.

O Device foi uma das coisas mais constrangedoras que já vi na vida. Tentam ser ao mesmo tempo “podreira”, Nu Metal e Emo! Possuem partes gritadas (esgoeladas mesmo) com outras de vocais melódicos de uma desafinação sem igual. Bateu então aquela “síndrome da vergonha alheia”.

A noite era indiscutivelmente do Fresno. Uma histeria sem fim (meninas de menos de 18 anos e desmaiando era a coisa mais comum ali) para uma banda que tem a cara-de-pau de usar trechos de playback em suas músicas. O baixista batia palmas e seu baixo continuava “magicamente” a tocar. O som triplicou em altura no show deles, e o ritual de frenesi e transe feminino era mais interessante do que o próprio som da banda, que não sai daquele lugar-comum emo do estilo Baby (da Família Dinossauros): tudo na linha do “precisa me amar”. Algo que começou (em termos de letra) lá atrás, no próprio Rio Grande do Sul, com as geniais letras de dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues. Com o Fresno a coisa fica diluída e toda a poesia acaba dando lugar a centenas de frases de efeito sem o menor conteúdo. E tome grito histérico de adolescente em si sustenido! Meus ouvidos estão zunindo até agora…

Engraçado mesmo foi o Revigóroz . Banda que insiste no som dos anos 80, eles tiveram a capacidade de mandar uma versão em português para “Boys Don’t Cry”, do The Cure! O refrão? Virou “Ilusão, você partiu meu coração. Ilusão, chega de viver na solidão!”. Nem Amado Batista faria “melhor”…Duvida? O que dizer então de “Helena, diz que me ama, me leva para a cama e me faz sonhar”. E depois a fama de chato sobra pra mim…

O Autoramas tocou, literalmente, para cumprir contrato, e para quase ninguém, já na casa das três da manhã. Apesar do péssimo som, fizeram um show irretocável, que abriu com “Mundo Moderno” e teve seqüência com todos os hits e riffs ganchudos da banda. Sem falar no estilo Krafftwerk de se portar no palco. Show lindo testemunhado por poucas almas, pois o público do Fresno já havia retornado satisfeito (e sem voz) para a casa.

Sobrou para o Mormaço a árdua e inglória tarefa de tocar para umas trinta pessoas (entre amigos e familiares da banda) depois das quatro da matina, com o sol já raiando. Uma pena, pois o talento ali é visível: pegada bem Strokes, mas sem imitar o Strokes. Pose desencanada, mas sem demonstrar afetação. E um talento (já frisado aqui) que merecia ser visto por mais gente.

Infelizmente o saldo da noite foi negativo. Fóssil veio do Ceará para nada. E o Martinez também não pôde mostrar seu som por culpa única e exclusivamente da produção, que, assim como parte das bandas, mostrou-se amadora. Que os erros aqui não se repitam mais. Amém!

Posted domingo, outubro 28th, 2007 under Coberturas.

221 comments

  1. prefiro pagar vinte reais pra ver nação zumbi
    porque é bem pago =)

    manda algum gayzinho falar que o cd novo de nação tá uma merda

    é aula de musica meus jovens.

  2. Recife é uma cidade roqueira, sim, discordo do meu grande amigo, mas Fresno, Ludov e Autoramas juntos….sei não!! Acho, sinceramene, horrível! Gostaria muito de ter ido para ver uma das melhores bandas de rock DE VERDADE do BR: AUTORAMAS, e me divertir com a grande figura Gabriel, mas não fui porque faltou grana mesmo e tb por não ter paciência com emos adolescentes desesperadas babacas chorando pelos seus “emofeites”.
    Acho que um festival assim deveria ter maior divulgação e contemplar bandas DE VERDADE, e daqui, como VAMOZ!, MELLOTRONS, OS ORDINÁRIOS, THE PLAYBOYS,A RODA, enfim.
    E, críticas à parte, o que importa é ter opinião própria, sem forçar a barra ou ir de acordo com a cabeça dos outros.
    ROOOOOCK!

  3. Enxugando o gelo says:

    Veio, nao sei há quantas anda essa discussão aqui.
    Só não entendi o lance de powerviolence = amador. ?

    De tanta bestera dita essa é a mais bizarra…

    V.S.F.I meu veio!!!

    Emo deve ser profissional né?!!?

  4. Enxugando o gelo says:

    É ser muito idiota falar uma merda dessa abaixo:

    “Jão eu ir pro show de grind core chorar? hahah tu sabe oq é grind core? ou tu escuta a merde de power violence e diz q é grind core, se liga po power violence é coisa de amador ;D ”

    Depois a turma que escuta som pesado é que preconceituosa e hermética!

    Vá se fuder no inferno seu merda!

  5. “Jão eu ir pro show de grind core chorar? hahah tu sabe oq é grind core? ou tu escuta a merde de power violence e diz q é grind core”
    ou burro dos infernos, relacionei o power violence e o grind core, ou seja, power violence é super amador em relação ao grind core, né ao emo não, que por sinal deve oq tu e o jão escuta.

    Vai escutar som de verdade po,não essas coisas amadoras. se bem acho que tu deve tocar numa banda de power violence,não deve ter capacidade de tocar algo mais trabalhado. Fazer meu peixe agora né, a DZR(GRIND CORE) tá pra voltar,se liguem ;D e nos vemos no inferno sem emos, nem amadores(power violence)

    haha beijinho no coração de vc´s =*****

  6. E sim….. enxugando o gelo é uma musica do Frattelli né, de natal?

  7. Enxugando o gelo says:

    continuou falando merda.

    Veio é só escutar wwww.myspace.com/autoridadeinsana

    Eu tou a cara a tapa…. Sem problemas… Só não entendi a lógica de um estilo ser amador em relação a outro.

    Não sei se é uma musica da Fratteli nao, escutei poquissimas cousas dos caras, é na verdade uma musica Bnegão, agora for favor, só não fale merda do Bnegão e seletores de frequência se voce nunca escutou.
    Beleza profissional?!!!??!

  8. Foi muita merda então pouco tempo,como pode? haha isso ai emcima é o grande Recife, uhuul! continuem assim(Y) ;] valeu hugo por criar tanta polêmica e mostrar mais uma vez oq é o recife(produtor querendo se maior que produtor, publico imaturo(não sabem oq falam) e bandas querendo ser mais do que são)) e sim… obrigado por se importarem com a minha pessoa haha como disseram ai, sou “EMO”,sou “corno” uiui e porai vai ;D odorei ficar alimentando essas besteiras de 5ª serie,mais já ri muito aki, cansei… até uma próxima “cobertura” de algum show “grande” ;P

    ps: mais que é amador é!! hahaha ;D té mais ver e se apresentem anônimos. Já era isso aki,flw!

    E sobre o virtue foi legal sim, nem bom,nem ruim,legal ;D mais poderia ser mais. Boa sorte no próximo.

  9. ps: sou profissional não po, só sei diferenciar amador de algo relativamente bom e trabalhado. sei nem tocar… beijo! se apresenta po ;D

  10. Enxugando o gelo says:

    Véio, só quero deixar claro que não tenho nada com que fora dito antes, foi maus o “va se fuder no inferno”, a cousa não é por aí. Apenas discordamos de um ponto de vista referente a essa parada de amador e tals.

    Ok?

    Fulerage a parte nao quero derespeitar niguem.

    Falou.

  11. Concordo com boa parte do que o Hugo falou aqui, realmente recife estar cheio de bandas sem experiência. Sinto pela Device, são muitos meus amigo e até gosto do som deles,mas críticas são feitas p/ nós ouvir e tentarmos melhorar. Mormaço, tb são meus amigos, que eles cresçam pois sabem o q estão fazendo e estão na estrada ñ é de hj(com outras bandas(vende-se por exemplo)). Enfim, sobre a produção ñ podemos negar sua inesperiÊncia,mas também podemos afirmar que tem uma coragem e um gosto admiravel (ramirz,ludov e autoramas(perfeito!))… Eu aposto na Bon vivant em relação a profissionalismo, ñ em materia de som pois ñ entendo muito de musica, minhas opniões são leigas em relação a isso.

    ;)

  12. Diogo Guedes says:

    Bem, eu concordo com quase todas as críticas de Hugo. A Device realmente é muito ruim. E essa minha crítica não tá vindo de estudante-de-jornalismo-de-allstar-e-oculos-de-armaçãozinha-preta. Ela vem de um cara que escuta screamo a anos, que tocou screamo por anos. Não fui pro show mas um brother foi e falou que “a-banda-que-plagiou-Etiópia” é horrível.

    Pois é: essa galera já plagiou (já discutimos sobre isso mas nada foi esclarecido) uma música da minha antiga banda.
    Leia esse tópico e fique por dentro: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=5245718&tid=2541160610197680298&

    O som da galera é embolado (até nas gravações), o cara grita muito mal, é tudo uma confusão do caralho.

    Hugo, bota pra fuder aí!

  13. Rodrigo Breck says:

    Power violence, grind core, screamo, plágio de música…

    meu deus… olha onde isso chegou! Começou no virtue música, terminou nisso.

    Quanta coerencia junta!

  14. briguem mais não rasque as calças blz!!!!!!!!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  15. daliiiiii

    frésneticúúúúúúúúúúúúúúúúúúúúú!!!!!!!!!

    organizando shows.

  16. esse filho de uma putachamado ÍCARO (JACK)
    ainda têm coragem de falar merda aquitu frango, inventassi uma porra de um show aichamadorockmusic “tu lembra? putu” colocassi as bandas pra fazer aqela palhaçado no orkut e não rolo a merda daqueli show.mais foi até melhor que não tenh acontecidomesmo!!!

    tu é um LIXOOOOOOOO viado safado

  17. Guilherme Carvalho says:

    Na boa, quem ta na vida de rock e produção de eventos tem que estar aberto tanto a críticas positivas como negativas. Ninguém nasce sabendo organizar um festival, para isso que se começa pequeno, organizando shows menores, e assim pegar a experiência e saber onde o calo pode apertar.
    O mesmo eu falo para as bandas, a melhor maneira para se ganhar experiência é tocando muito, a hora de errar e aprender com os erros é no começo quando você lida com equipamentos ruins, quando sabe como tirar o melhor som de um amp que não tem consições, o mesmo é tocar sem Retorno, são etapas que todo mundo que tem banda, já teve que passar por isso. Faz parte do aprendizado.
    Absolutamente todas as bandas do mundo já passaram por isso, que falou que não, está mentindo.
    Tenho 29 anos e toco em banda desde os 15 anos, já toquei em shows pra 15 amigos e já toquei para 5 mil pessoas abrindo show para os Racionais.
    E uma coisa que aprendi com isso tudo, é que a melhor coisa que existe é ser humilde e saber dar um passo de cada vez.
    Outra coisa, que serve como um conselho mesmo, quanto maior o evento onde a tua banda está tocando, maiores serão os elogios ou as críticas, e cabe a você como ser humano e possível profissional da música, saber escutar e tirar o melhor de cada crítica, seja negativa ou positiva.

    Ps.: Hugo está fazendo bem o papel dele de criticar onde deve-se criticar, o evento foi sim cheio de falhas, desde a hora que cheguei que vi que o som era péssimo, era nítido.

    Malu, parabéns pelo texto, faz tempo que não vejo alguém conseguir responder uma crítica com um mínimo de maturidade sem ficar choramingando pq criticaram a banda do amiguinho.

    Paz!

  18. Guilherme Carvalho says:

    Klebinhu, cara foi mals, não te conheço, mas acho que quem um dia curtiu bandas de hardcore como Pennywise, Bad Religion, Offspring, Dead Kennedy e Black Flag nunca vai achar bandas como NX Zero e Fresno boas.

    Uma banda de Hardcore ducaralho que conheci a pouco tempo e que aconselho a todos escutarem, é a Galinha Preta, banda muito boa lá de Brasília.

  19. Dayvid!!!!!!!!!!! says:

    (Danilo Ferraz disse,
    em Outubro 29, 2007 @ 1h12

    O festival foi ruim?Tava emo?Dia13 tem forgotten boys.Aí sim é rock meu filho.)

    eh isso ai Danilo!!!!
    isso eh q eh rock de verdade e nao essas merdas dessas bandas de EMOS playboy q pagam de rockeiros!!!!
    vao a merda!!!!!!
    e viva ao verdadeiro rock n’roll!!!
    haaaaaahahahahhhhhhhhhhhhhhhhh

  20. Aquele cara que você viu bêbado no bar em que Jim morrison toca bossa nova. says:

    Bom vamos começar do início: Ingressos caros e atrasos.
    Quando cheguei no local eram exatamente 20horas e a última banda estava passando o som.
    Era um MENINO quem estava organizando, e ele estava muito pressionado.
    As bandas: as 2 primeiras eu não vi e por isso não falo nada.
    Device: pareciam as fãs do fresno gritando(me lembrou muito linkin park cover, que eu assisti no paraguay).

    Mormaço: se fuderam porque foram a última banda à tocar, porém uma excelente banda, que tem um som ‘gringo’, com um sotaque nordestino, letras muito boas, mas que tem pouco espaço(como toda banda boa no início).

    Tabacos de guevara: Banda muito boa. Um som relaxante e louco ao mesmo tempo(bom pra se ouvir fumando um baseado à 200km/h na estrada).

    The sinks: EXCELENTE banda. O cover do ramones foi o auge da noite. Os caras têm influências de Nirvana, Weezer e mc5(daí você já tira).

    Fresno: Uma meeeeeeeeeeeeeerda. O baterista deu altas ‘cagadas’, o amarelo do iuppi errou feio quando cantou. A histeria da meninada era tanta que mal deu pra ouvir o que eles cantavam, e como se não faltasse eles não têm o maior respeito pelos fãs, pois esqueceram uma carta ‘quilométrica’ de uma fã.

    Bon vivant: Boa banda. Embora eu ache que eles toquem muitos covers, gosto muito do som deles.

    Rondó: Tenha dó.

    Ramirez: Odeio o som que eles tocam, porém eles têm tecnica e muita presença de palco.

    Autoramas: Excelente banda mas pelo mesmo motivo da mormaço( a falta de competência da produção) eles tocaram na hora errada.

    À produção: Péssima. Botaram um merda pra apresentar(Thiago cego) com um cara gente boa e que deu conta da apresentação SOZINHO(Bruno negaum).
    Falta de organização e competência mesmo.
    Muitos seguranças para pouquíssimas pessoas.

    Bom das demais bandas não vou falar muito porquê não me recordo bem…

    Conselhos: ‘Não botem crianças para organizarem um show’
    Nem façam festivais com mais de 7(sete) bandas(à não ser que estejamos falando de festivais como: abril pro rock, rock in rio e etc…).

    Ao montarroyos: EXCELENTE ARTIGO.

  21. Apesar dos termos apelativos
    e os comentarios desnecessarios , a cobertura foi realista.