Cobertura: Mukeka di Rato no Armazém 14

O mundo é definitivamente um lugar bem estranho. Quando você acha que já viu de tudo – crise econômica, gripe suína, bispo paraguaio reprodutor -, caem de pára-quedas três bandas de punk hc japonesas capazes de gerar o caos no Recife.

A Vivisick é tão ensurdecedora (no que o termo carrega de melhor) que até o excepcional Mukeka di Rato, headliner da noite, soou, perto deles, mais inofensivo do que de costume.

O Mukeka di Rato esteve recentemente no Japão, e trouxe na bagagem esses malucos japoneses que fazem um barulho literalmente infernal. Sorte de quem esteve ontem no Armazém 14 para ver, na primeira edição do festival Hard Fest Core.

Levando-se em conta que estávamos no meio de um feriadão e que a chuva resolveu não dar trégua, um público considerável deu as caras ontem no Armazém 14. Em determinado momento, chegou até a superar metade da lotação do local.

O festival, em geral bem organizado, precisa de alguns retoques. Não havia apresentador no início dos shows, e o público precisava adivinhar quem estava tocando. Especialmente nos casos dos japoneses e no da local Carpo, que tocou sem mal dizer o nome da banda e, quando tentava falar com a plateia, o fazia debaixo de camadas de distorções de alguém afinando guitarra ou baixo – ou ambos -. No mais, tudo ótimo.

É bastante prazeroso constatar que existe uma renovação na cena hardcore de Recife. Tanto do público, extremamente jovem, quanto do pessoal que produziu o evento. Se era fácil reconhecer figuras que sempre batem ponto nesses shows, como músicos do Decomposed God e dos Subversivos, era grande a quantidade de gente – especialmente meninas – que ainda não havia chegado aos 18 anos.

A primeira atração a subir no palco é emblemática de como o mundo é genialmente bizarro: Handsome, um japa que faz versões hardcore de músicas de Robertos Carlos e canta em…japonês! Na verdade ele é uma espécie de Wander Wildner do Japão. Tocou apenas cinco músicas, sendo três delas acompanhado por uma dupla brasileira no baixo e bateria (Handsome toca violão). A abertura do show, com “Quando” (aquela do“quando você se separou de mim/ quase que a minha vida teve fim) foi das coisas mais hilárias e surreais já vistas por aqui nos últimos tempos. Mas a verdade é que a piada perde um pouco a graça com o desenrolar do show, o que talvez explique um pouco a sua curta duração e a sensação de improviso (golpe?) que pairou no ar. Pelo menos foi assim ontem.

Depois foi a vez da primeira boa surpresa da noite. A pernambucana Cabala, com apenas dois meses de vida, faz um Death Metal extremamente bm executado e criativo. A banda é formada por alguns ex-integrantes da Revolta Civil, o que explica o capricho nas composições, que nunca se prendem ao formato padrão do gênero, passeando também pelo hardcore, nu metal e até um quê de punk. Começou no show deles uma roda-de-pogo que só se encerraria no show do Mukeka. Gratificante constatar que existe uma renovação no metal de Pernambuco, que parecia meio capenga nos últimos tempos. A Cabala, que conta em sua formação com Edson (vocal), Julinho (guitarra), Leo (guitarra), Bruno (baixo) e Raoni (bateria) é uma banda que tem tudo para vingar. Ah, em tempo, suas letras são em português, e o grupo até se deu ao luxo de musicar “Homo Infimus”, poema de Augusto dos Anjos. Para acabar de vez com o estigma de que metaleiro é burro.

A também local Carpo acabou se mostrando bem verdinha ainda. Fora o fato de possuir uma vocalista que parece não ter nascido para cantar hardcore. Tanto que provocou mais risos no público do que qualquer outra coisa. A banda é esforçada e tem um bom baterista, mas o vocal, que lembra o de uma criança de cinco anos se esgoelando no supermercado porque não vai ganhar sorvete, causa não só estranheza, mas uma espécie de constrangimento. Sem contar o contraste causado pelo fato de se de se apresentar logo após uma banda que se utiliza, na maior parte do tempo, de um monstruoso vocal gutural. Poucos – falar a verdade, quase ninguém – conseguiram levar a Carpo a sério.

E aí veio o melhor show da noite e talvez um dos melhores do ano: Vivisick. Uma das rodas-de-pogo mais furiosas que já testemunhei adornou uma apresentação perfeita que combina na dose certa presença de palco e força musical. A banda é de uma histeria ímpar, e seu som transita entre o grind, o crossover, o pop (alguns refrões são bem pegajosos), tudo tocado em velocidade máxima, com um vocalista (muito bom) que capricha no vocal gritado/agudo e um baixista que faz a parte grave. Trata-se de uma avalanche sonora que contagiou, um a um, todos os presentes no Armazém 14. Sem exagero, um show antológico. E tudo cantado (berrado, na verdade) em japonês, idioma que usaram também para se comunicar com o público, como se todo mundo ali fosse fluente em tal língua. Das apresentações mais furiosas que já vi na vida. Se tiver outra oportunidade de vê-los, não perca.

O Fuck On The Beach é menos interessante que o Vivisick. É um trio igualmente barulhento, mas que segue mais a cartilha do thrash metal. Seu show prendeu a atenção da plateia, mas dispersou a roda-de-pogo, já que suas composições são mais propícias para bater cabeça do que para abrir rodas. Novamente, toda a comunicação foi feita em japonês. O mais engraçado de tudo é o paradoxo: um bando de japa com cara de boboca pelos quais você não apostaria um centavo, mas que se transformam quando sobem no palco. É estranho só de olhar. Ver e ouvir então passam a ser uma experiência, para dizer o mínimo, surreal. Bom show, mas que pegou um público já morto da apresentação do Vivisick.

E, eis que, as duas e meia da matina, entra em cena uma das bandas mais bacanas do País: o Mukeka di Rato. O grupo que tem a manha de ter músicas no repertório com os singelos títulos de “Às Vezes o Diabo é Mais Gente Boa do Que Deus” e “Obrigado, Deus, Pelas Boas Empresas Que Melhoram Meu Viver!”. O vocalista Sandro teve trabalho para conter o público, que mal deixava espaço para a banda tocar entre um mosh e outro. Clássicos como “Maconha” e “Viva a Televisão” (uma das levadas mais bacanas da história do punk hc nacional) apareceram em volume ensurdecedor, e, por mais de uma vez, o grupo precisou parar tudo para pedir para que os fãs não invadissem o palco. “Se quer subir, sobe e pula logo. Caso contrário, a gente empurra. Quer rebolar no palco, monta uma banda e vem pra cá”, dizia Sandro. No segundo seguinte, já havia gente “rebolando de novo”. A banda desencanou, ligou o foda-se e fez, como sempre, um showzaço. Na próxima vez que eles aparecerem por aqui junto com os japoneses, leve protetor de ouvido. Você vai precisar.

Posted domingo, maio 3rd, 2009 under Coberturas, Destaques.

48 comments

  1. Show mais insano do ano velho!!! muito foda os japas destroem e são muito gente fina também, adorei e se eles voltarem pra cá estarei lá novamente. \o/

  2. Hugo, a banda japonesa a se apresentar após a carpo foi Vivisick e não Fuck on the Beach!
    o show deles foi insano, talvez o melhor show d HC que Recife já viu.
    Depois de Vivisick veio o Fuck on the Beach q é tão bom quanto, só q Vivisick foi demais.
    E mukeka também foi foda!!

    Ao casal que produziu esse evento, meus parabens, não é todo dia que temos bandas gringas, muito menos do Japão.

    Tomara que outros eventos como esse possam acontecer!

  3. Véi, parabéns a jorge e a namorada pelo evento. Que continuem nesse rmao de produção trazendo bandas legais de hardcore!

    mas…porra, não façam banda mais não. sério, muito ruim a Carpo véi.

  4. Alguém confirma a informação do Elo? Agora fiquei confuso de vez…

  5. Sobre a informação do Elo, ele tá certo mesmo cara. Vc acabou trocando o nome das bandas japas aí mesmo. O Vivisick tocou primeiro e foi pura destruição !!!
    um show memorável .
    espero que venha mais shows como este por aí durante o ano.

  6. Marcelo Silva says:

    Mukeka diRato Banda Ruim dukaramba….pior banda q ja escutei de todos os tempos!!!
    Vocal horrivel…som embolado.
    Tem bandas no mesmo estilo que dão de mil à zero.

  7. Mental Crisis says:

    É verdade, Hugo, a troca do nome das bandas. Inclusive, por nunca ter visto imagens ou fotos da mesma também troquei na hora mas logo fiquei sabendo que a primeira a se apresentar foi o Vivisick. À propósito, os caras destruíram. Não sou um fã assíduo de grindcore nem de sons muito gritados mas puta que pariu, não tinha como não ver que se estava assistindo um show difícil de se encontrar por aí.

  8. Hugo você inverteu o nome das banda!

    Vivisick foi antes de Fuck On The Beach

  9. Hugo Montarroyos: o ELO ta certo, quando li a matéria achei q EU tinha me confundido, mas fui conferir no youtube e realmente Vivisick tocou antes do Fuck on the beach.

    Comentário sobre os shows: já conhecia a cabala de ensaios e primeiro show dos caras foi bom d+, só achei que o equipamento (PA) deu uma farrapada na guitarra de julinho já que nas outras apresentações rolou de boa.
    Já a carpo achei como você mesmo disse tá verdinha d+, a vocalista visivelmente nervosa mal olhava para o público, o guitarrista parece que tava se escondendo, o baixista pelo menos mostrou mais atitude em palco.
    A Vivisick dispensa comentários, show dos caras foi simplesmente FODA (não tinha botado fé nos caras), já estou até procurando vídeos legais dos caras pra baixar =).
    Fuck on the beach não se compara ao VIvisick, mas achei o som dos caras massinha também.
    Muqueca di rato foi massa tb, quando o japa entrou pra tocar batera a galera até comentou pro cara continuar, batera toca bem pra cassete.

    resultado, a conexao brasil-japão foi melhor do que esperava.

    Parabéns a todas a bandas em especial a CABALA, já que foi o 1º show e os caras apesar de amigos, mostraram que tem pegada e criatividade e aos organizadores do evento que trouxeram essa bandas todas pra animar o sábado no Recife.

  10. Mas a troca de nomes feita por Hugo é compreensível.
    no fim do show da Carpo eles anunciaram Fuck on the Beach.

  11. Olha, quando cheguei em Recife pra acompanhar essa Tour e vi, logo no início um público pequenho diante do que estava por vir, achei que iria me arrepender por ter saído de João Pessoa com esse propósito. Mas TAKIPARIU, valeu cada centavo gasto.

    O Handsome foi minimamente bizarro. A grande surpresa pra mim ficou por conta da CABALA, Death Core extremamente monstro, muito bom apesar do nome meio fraco que na minha opinião não condiz com o som da banda. A Carpo como já falaram foi fraquinho mesmo, assim como eu acredito que muito sentiram falta de um pouco mais de atitude por parte dos integrantes.

    VIVISICK, foi com certeza o responsável por uma das Rodas de Pogo mais violentas que já participei !!! Não imaginava que fosse tão foda ao vivo. Os Hellcifenses batem pra caraio no POGO mas pelo menos sabem POGAR!!! O Fuck On The Beach foi tão foda quanto, só que pra eles ficou a difícil missão de subir ao palco após o Vivisick que simplesmente destruiu, mas velho o FOTB não é menos interessante só tiveram que carregar um fardo!!!

    MxDxR foi insamente du karalio também, foi hilário ver o Sandro pedir por favor pra tocarem uma música mais lenta!!! uahauauhauha

    Eu, fiquei embabacado com a Cena recifense. Se aqui em João Pessoa tivéssemos uns dez por cento da atitude de vocês estaríamos felizes!!! Posso estar me precipitando mas foi a impressão que tive de Recife!!!

    Abraço

  12. Ah… Cadê as fotos???
    hehe

  13. Antes de mais nada, queria agradecer muito a todos os que compareceram a este evento, que de ínicio não tinha muita certeza de como seria, mais foi melhor até que eu imaginava, um abraço para todos que estavam la na hora que o CABALA tocou e daqueles que vibraram e vaiaram, resumindo a todos presentes, agradecer também a TORNADO PRODUÇÕES que nos sedeu seu espaço para que pudéssemos nos apresentar, agradecer a Matheus, Fábio, Mimo dentre outros que estavam presentes, e mais do que ninguém ao RECIFE ROCK pois com esse comentário desta cobertura conseguiu um falatório que vocês nem imagina, valeu por tudo.

  14. Valeu, Elo e demais leitores pelo toque. Errei feio mesmo. Ajeitei o texto…
    Acabei ficando sem fotógrafo lá. Se alguém tiver alguma foto legal, manda para contato@reciferock.com.br que a gente publica com o devido crédito.

  15. Valeu ai a cobertura do evento ;) Depois de tanto tempo uma cobertura decente de um show de Hard Core nesse site,tá faltando mais coberturas de HC por aqui.

    E sobre o comentario Sobre a Carpo não me surpreendeu em nada, pois sabia que iam falar demais do vocal por ser uma meenina cantando e tendo um agudo gigante e aguniante bom por sinal(pra gente da banda, pro resto não sei) e o que mais valeu desse nosso show foi quem estava do lado do palco pirando no som (mozine e alguns integrantes do vivisick grintando e pirando)”por eu ser fã do mukeka e gastar bastante do vivisick nada mais gratificante que isso” ;) e no fim do show o baixista do vivisick perguntando se tinha mp3 gravadas e onde encontrar e que achou foda a banda. Resumindo pra gente foi muito positivo, já estavamos preparados pra os comentarios como sempre do publico de recife(que o que é da cidade nao presta,só de fora, e novidade ninguem aceita” como foi no show da nose tail tb”

    Sem mais e vamos cobrir mais eventos legais.

  16. Guilherme Moura says:

    tem um vídeo no youtube:
    Banda Carpo – Hard Fest Core
    http://www.youtube.com/watch?v=iwQOtTvwfO0

    a foto do destaque eu roubei do show de Natal (foto jomar dantas).
    http://www.dosol.com.br/2009/05/04/como-foi-festival-dosol-warmup-com-japoneses-mukeka-e-frattelli/

  17. Jorge,

    cara na moral, como eu disse antes, nada contra sua namorada e nada contra vocais femininos, mas realmente acho que falta “algo mais” em May; preferia ela tocando guitarra e um vocal mais “agressivo”, no geral até gostei da banda.

    De resto achei mto legal, o MDR, pra mim, não fez esses shows todos não, acho que os caras ficam sempre extremamente embriagados e acabam “avacalhando” os shows, porém isso faz a festa ficar legal; mas como teve um show recentemente do mesmo jeito, acabou sendo meio repetitivo o show deles :D

    []’s

  18. Jorge,

    Outra coisa, tem que saber receber críticas sem ficar fazendo pose de que aqui em recife a turma não dá valor pra novo, ou pro que é daqui ou outros motivos mais…

    a prova que isso não é verdade é que não falaram mal da cabala, apesar de que quando foi anunciada a banda, muita gente, inclusive eu, ficamos com um pé atrás, por não se tratar de uma banda “conhecida” do cenário daqui :D

    []’s

  19. Né poser não…falaram aki bem do cabala pq o cara gosta de metal(isso eu sei) em outros blog´s falaram muito mal da mesma, comentei aki pq é o mais lido,não ia perder meu tempo comentando em blog´s que montaram agora.

    Só isso e o público de recife só sabe reclamar msm ,disso todo mundo sabe ;D

    E quanto a receber criticas nem estresso com isso toca pq gosto.

  20. Cabala:
    A banda subiu ao palco despertando a curiosidade do público logo de cara. Era visto em palco pelo menos duas pessoas já conhecidas de outros eventos produzidos, mas como se tratava de uma banda nova, e que ninguém do show havia ouvido, todos foram ver o que era.
    De cara, o público ficou impressionado com a primeira música da banda, mas não demorou muito tempo para aparecer pessoas que estavam na frente do palco, e acharam ela ruim. Não chegou a animar, mas sua terceira música mexeu com algumas pessoas, mas não por muito tempo. O que animou mesmo foi o cover do Suicidal Silence, mas só a metade do salão.
    A banda faz um Deathcore que chega a cansar, causando uma idéia de banda ruim logo no primeiro show. Que na opinião de várias pessoas no local, poderia ter dado espaço para outra banda ter tocado no lugar dela.
    De repente a banda poderia ter criado uma boa impressão do som que tocaram, mas em outro evento.

    Carpo:
    Foi a primeira vez que eu vi um show começar com um cover. Tocaram D.F.C. de uma maneira que foi difícil entender de que se tratava do D.F.C.. Os comentários maldoso entre o público pairava no ar, como “a voz da vocalista parece uma galinha”, e coisas piores. Eles agitaram muito mais do que a banda anterior, mas não prendeu até o fim do show, dando a idéia de mais uma banda no evento errado.
    Mais um cover, dessa vez na hora certa. Sick Terror nunca foi executada tão limitadamente em formato cover, dando mais a idéia de que a banda realmente estava no evento errado. Não animou ninguém, muito menos os fãs da banda paulistana.
    Mais um cover, para encerrar a apresentação. Presto? Ficou mais inaudível do que já é originalmente. Pouca gente entendeu do que estava sendo tocado no palco, e para muitos, o melhor era saber que era a última música.

  21. Sempre… kkkkkkkkk

  22. É complicado realmente, concordo com algumas coisas, mas até entendi a piada da “máfia do jabá”, achei legal, apesar de não ter gostado mto da “versão” de vocês, mas acho que vocês tem muito pela frente e se não der certo com a banda, como produtores vocês estão completamente de parabéns!

    ah sim, trás o cólera pra cá, faz a NE tour :D

    os caras estão fazendo 30 anos de banda, fazendo rolé pelo Brasil todo, mas até agora ngm quis trazer a lenda do punk nacional para cá =(

  23. a banda eh uma merda msm, nose tail ja era ruim essa entaum fudeu…

  24. na boa…jorge e may como músicos são ótimos produtores.

    assim, só odiei mesmo a voz dela…e por isso nem consegui prestar atenção no instrumental. não é um agudo legal não, tipo aquela doida do kawaii fazia. vi apenas um show do kawaii no dokas e achei fuderoso. mas o vocal de may é muito ruim véi!

  25. Caralho sou muito amigo de Jorge e tbm num curti não Mayra tocando, mas oque Jorge falou é a mais pura verdade, to cansado de ver a galera metendo o pau nas bandas novas e tal. Acho que a galera deveria usar essas opiniões aqui pra buscar uma melhora, até pq a banda é nova e não vai soar assim daqui à 6 meses, disso tenho certeza, no mais Jorge tas de parabéns velho, muito bom o evento! flw

  26. foi exatamente isso que eu disse… eles estão começando, pode ser que melhore, pode ser que formem outra banda, pode ser qualquer coisa :D

    mais uma vez, tragam o cólera!

    ueeueuheuheuheue

  27. Realmente é complicado, mais devemos saber aceitar as críticas e na próxima oportunidade bola pra frente e vamos tentar mudar essa impressão. E o som não pode parar pq tá complicado e esse espaço que vc abre para as bandas é extremamente importante para quem curte a bagaça. Abraço Jorge e toda a rapaziada do HC

  28. Tá vendo aí Hugo… A galera do Hc de Recife, então eu espero (e acredito que todos que curtem HC) que não falte cobertura do RECIFEROCK em outros eventos de HARDCORE (de relevância lógico) na cidade.

  29. toco a dez anos e nunca vi um bolg tao amador como esse . serto que criticas tem que ser aseitadas por isso que existem mais falar mal faltar com respeito é foda .a verdade é que a maioria do publico daqui só pagam pau pras bandas de fora saca e isso é ruim temos uma sena forte tipo falta apoio e outras coisa .mais somos fortes . temos menos de um mes de formada tipo eu e jorge ja tocavamos em outro projeto o guitarra tocava na silver tape banda das antigas estamos bem adaptados mais may presiza um pouco de agresividade sabemos disso e entendemos ai por isso o cara chama a doida de galinha qual é isso nao é critica .entao pow vamo criticar nao falar mal defamar e tal .

  30. Neto, ninguém do site chamou ela de galinha. Foi um comentário de leitor.

    Cuidado para não amadorizar no comentário :)

  31. so gosto do que é de fora says:

    Neto, você podia aproveitar que já toca HÁ dez anos e passar agora a estudar o seu idioma nativo, nesse caso, acredito eu, o português, por favor não venha difamar o site, isso não seria uma maneira de aCeitar críticas, mas pelo menos em alguma você esta certo: as pessoas não devem chamar May de galinha, e nem dizer que ela se parece com uma cantando, eu não vi ninguém reclamar da nark, por exemplo, da revolta civil, e outras tantas bandas de hardcore que existem aqui em recife, vejo reclamarem de banas que estão verdes e que fazem apresentações não tão boas. :)

  32. nao só eu como voçe deve estudar mais o portugues vei
    e outra o pró aqui é o som a banda nao aulas de portugues que apareçer é vei .
    de uma olhada no seu portugues vei .
    enquanto a o site voçes deviam pegar mais leves e nao permitir que pessoas postem coisas desse tipo que estao falando sobre may da um tempo pow a banda é nova ela nunca avia cantado todas as bandas de grandes nomes ja passaram por isso .
    entao vamo deixar isso tudo pra la e deixar que o tempo tome conta da gente (carpo)

  33. ae doido se tu gosta de coisa de fora pra que ta comentando sobre bandas daqui ?

  34. sangue de cristo tem poder.

  35. Caraca, isso aqui virou um campo de batalha com farpas voadoras!!!
    Tá ok, a Carpo nao foi muito bom… e só!!! Cês aí de Recife tem muitas bandas legais que merecem e impõem respeito ao vivo… não é necessária toda essa farpada pra um show que não agradou!!!

    Abraço

  36. Exato, não tem pra quê essa briga toda.
    Vamos aguardar os próximos shows!

    []’s

  37. Pow, li muitos comentarios aqui dessas bandas que são novas e não agradaram, e não li ninguém escrever sobre a falta de profissionalismo do Mukeka, não é pq é HC que tem que ser de qualquer jeito, o que dizer do ano passado? em 40 mim no APR (Festival de visibilidade nacional) fez um show muito do kct, e pelo segunda fez aqui em Recife os caras deixam a desejar. Escrevo isso pq pra eu que gosto HC quando vejo o RDP tocar ou como no fim do ano passado o DFC ai sim show de HARDCORE com todo respeito pra quem gosta do estilo. E galera que produziu esse último evento, vê se vcs trazem o Discarga, Presto ou o RDP.

  38. Mais uma coisinha… Já que a galera gosta d HC mesmo vcs produtores de plantão, se mobilizem pra trazer o filme do RATOS DE PORÃO aqui pra Recife (GUIDABLE – As origens do RDP) que teve estréia no último fim de semana em SP. BRUNO NOGUEIRA DÁ UMA FORÇA AÍ, tem informações sobre este filme no blog realejo do JC.

  39. Carpo não é uma banda ruim, Cabala não toca death metal e sim um som bem parecido do que se ver no EUA e Europa, Metal core com passagens de blast beat e o Mukeka di rato fez a pior apresentação deles por aqui. Destaque para o Vivisick e Fuck on the beach.

  40. Jorge tá certo em dizer que a galera de Recife só sabe falar mal do que é daqui.
    Algumas poucas pessoas conseguem dar valor, mas a maioria só dá valor ao que vem de fora mesmo.
    A Carpo ainda tá no começo mesmo e tem muita coisa pela frente, e muitas outras bandas já passaram por isso também.
    Acho que eles tão de parabéns pelo evento que no geral, foi MUITO FODA!
    Vivisick com certeza foi a melhor banda da noite, e como já citaram, provavelmente foi um dos melhores shows que já teve por aqui.
    Acho que não só FOB mas até o Mukeka não conseguiu se comparar ao Vivisick.
    O show do Mukeka foi muito bom, mas Vivisick foi FODA!

  41. cara é impressionante como tudo se repete por aqui,Hugo faz uma resenha e sempre vem alguem ou alguma que fica puto e diz que a banda que ela gosta dos caras da banda ta começando que tem tudo pra melhorar porra caralho ve se muda um pouco esse looping
    e vamos falar algo mais diferente do que tem se falado aqui nos últimos tempos e deixem Hugo falar o que quiser e o que acha, sempre se leva pro para o pessoal e isso já encheu meu saquinho!

  42. pow, pode parecer, mas estranho essa zuada toda pode ser um bom sinal.

    Bom porque não há como negar que o reciferock fez muita falta ao hardcore de recife. tanto que quando há resenha de shows, acredito que são as seções mais visitadas.

    Parabéns ao reciferock que se dipôs para fazer a cobertura do evento que, pelo que percebi, no final das contas, foi acima das expectativas. Infelizmente não pude ir pro show, mas de longe vejo que faltam iniciativas do tipo.

    Recife realmente tá capengando, mas o que mais se precisa é oferecer estrutura que a turma comparece nos shows. E estrutura não significa mega eventos… mas de bom som e divulgação objetiva, que em geral acontece nos shows mais restritos.

    Enfim… parabéns a jorge e mayra que fizeram o show!

    E não poderia esquecer…. parabéns pra júlio, raone e c&a. muita força pro CABALA, e em breve nóis tamo junto!

    abra´x!!

  43. e que venham mais e mais bandas!

  44. Comparecer aos shows sempre foi um sacrificio pra galera. Se o cachorro do vizinho morre ou se daqui a 4 semanas tem prova na faculdade. Concerteza são motivos para não ir.

  45. É isso mesmo Julio. a gente ouve muitos camaradas falarem que curtem pra kct hardcore, mas na hora de ir a um show (que comumente não rola por aqui) não comparecem. Nada contra reggae ou outras vertentes do rock, mas esses camaradas preferem ir a esses shows que são mais badalados. SEM PÚBLICO NÃO HÁ SHOW. E a galera sempre reclamar dos preços dos ingressos, ainda não vi shows mais baratos do que os de hardcore. Quem gosta sempre estar presente.

  46. A turma não paga R$3,00 entrar num show de hc com bandas locais, mas tomam num sei quantos reais em vinho ou cerveja.
    =/

    “Porra… três conto já era uma garrafa a mais de cerva velho…”

  47. Levando em conta que no estação Reggae a carva é 2,50 R$,
    com pouco menos do valor de duas cervas você entra no show!!! rsrsrs…
    DIA 06 DE JUNHO, AS 22:00
    VAI LÁ NO TRIBUTO AO PUNK ROCK – 3

    com as Bandas;

    NAÇÃO CORROMPIDA – (DRI)
    NARK – (RAMONES)
    UGLY BOYS – (RANCID)
    LOVE KILLS – (DISTILLERS)
    EU DECLARO MEU INIMIGO – (BLACK FLAG)

    há pra ninguém ficar quebrando a cabeça fazendo as contas pra saber o quanto vai deixar de beber, o ingresso custa 4,00 R$.